Uma manicure de 43 anos teve o braço quebrado durante uma agressão que teria sido cometida pelo próprio sobrinho, de 37 anos, no bairro Nações Unidas, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Gracilene Aparecida Martins Carmo afirma que sofreu a fratura ao tentar se defender do ataque. Um boletim de ocorrência foi registrado e a vítima pediu uma medida protetiva.O caso aconteceu no último domingo (6), após uma comemoração de aniversário em família. Segundo os relatos, parentes e uma vizinha participavam da confraternização quando começou uma discussão envolvendo o sobrinho da vítima.De acordo com a família, por volta das 18h30, o homem deixou o local fazendo ameaças e dizendo que “o bicho ia pegar”. Posteriormente, ele teria sido visto portando um facão e uma Bíblia.A situação teria se agravado quando Gracilene acompanhava uma vizinha até a residência dela, em frente ao imóvel da manicure. Segundo a família, Davidson teria tentado entrar na casa da mulher portando um facão, dando início a uma nova discussão.Gracilene afirma que foi atacada pelo sobrinho e tentou se defender das agressões. Durante a confusão, ela sofreu uma fratura no braço. Segundo a vítima, o braço foi quebrado em dois pontos. Moradores da região teriam interferido na briga e acionado a Polícia Militar.Por causa dos ferimentos, a manicure relata que tem sentido dores intensas e precisa tomar medicamentos. Além do impacto na saúde, a agressão comprometeu a renda da vítima. Gracilene trabalha como manicure autônoma e depende das mãos para exercer a profissão, mas, com o braço imobilizado, não consegue trabalhar.Segundo a família, os conflitos com o sobrinho começaram depois que Gracilene se mudou com os filhos para duas casas que teriam sido cedidas à família. O suspeito também teria ligação com o terreno onde ficam os imóveis.Após a agressão, um boletim de ocorrência foi registrado e Gracilene solicitou uma medida protetiva. A vítima afirma estar com medo de um novo ataque e diz não saber onde o sobrinho está ou se ele pretende procurá-la novamente.A família questiona os desdobramentos da ocorrência e cobra agilidade na concessão da medida protetiva. Os parentes afirmam temer que o suspeito volte a procurar a manicure e que a situação termine em uma agressão ainda mais grave.A reportagem procurou a Polícia Civil para esclarecer a situação do suspeito, o andamento do pedido de medida protetiva e os procedimentos adotados após o registro da ocorrência e aguarda retorno.*Estagiário sob supervisão de Gledson LeãoFique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp












